Esta semana, assistindo o episódio final da 1ª temporada da série ameriana Gossip Girl, não pude deixar de analisar e me fazer perguntas sobre o mundo da menina fofoqueira.
Tenho plena consciência de que ter o hábito de assistir a seriados é considerado meio que "fora da realidade". Como um mundo de fantasias e coisas inatingíveis para a maior parte das pessoas normais pode despertar o interesse de alguém como eu? Simplesmente não tenho essa resposta. Só sei que desde Friends, descubro um programa novo a cada semestre para assistir. E quer saber? Eu gosto! Apesar de todas as meninas e meninos possuirem os estereótipos necessários para estarem estrelando algo na TV, sempre vejo além dessas meras características. Para provar isso, está aí Blair Waldorf, a "super má" do Uper West Side e Serena, a menina "ingênua" que volta para New York com a intenção de deixar o passado para trás. Não vem ao caso, nesse momento, a trajetória das personagens até aqui. Mas posso dizer que Blair e Serena podem ser bem mais do que aparentam. E ainda tem os meninos que formam e desformam casais junto as protagonistas. Confesso que a minha preferida é Blair: uma guria cheia de estilo, que luta por tudo que quer, não baixa a cabeça pra ninguém e protege com unhas e dentes aqueles que ama. Ora, se eu vejo ela assim, como clasificá-la como uma pessoa má? Ela mesma se diz má. Além de estar apaixonada pelo Chuck, um "galinha" convicto e que também tem seu lado bom. Os dois se unem para ajudar Serena numa confusão e acabam relembrando os carinhos de antigamente. Eles ficam juntos, mas em seguida já vai cada um para um lado! Odiei isso. Torci o capítulo inteiro para eles ficarem juntos para no fim eles ficarem e depois... NADA? Chuck ficou com uma qualquer e a Blair, com sua frieza, seguiu em viagem, sem o "namorado".
Eu sei, eu sei que isso é uma confusão para quem não tem a menor ideia do que é Gossip Girl. Mas o que quero dizer é que a gente acaba torcendo mais por aquele personagem que nao tem nada a ver com a gente, ou até tem, mas algo que não é gritante, sabe? Nas novelas isso também ocorre. Quem não torceu para que a Alzira de Duas Caras ficasse com o Juvenal(mesmo eles formando um casal H-O-R-R-Í-V-E-L)? No meu seriado é assim também. A Serena é tranquilona, apesar de ter um passado meio conturbado, e a Blair é mais espontânea, cara-de-pau(no bom sentido).
Acredito sim, que os personagens são meio fora da casinha, mas gosto de acompanhar o desfecho das histórias, que na maioria das vezes, é bem interessante (para mim, pelo menos). Fiquei bem triste por ter que esperar até a proxima temporada, que sabe-se lá quando vai iniciar no Brasil, para saber como as coisas vão ficar. Até lá, vou ter que me contentar com reprises desse e de outros programas. Eu também sei que olhar reprise não é muito, digamos, inovador (?). Mas, ah, é o que gosto de olhar! Melhor do que olhar só tragédia no jornal.
sábado, 7 de junho de 2008
domingo, 24 de fevereiro de 2008
Grandes e Pequenas Pessoas
Tudo começa desta vez em um encontro de família. Padrinhos vindos de longe(bem longe), aqui para as curtas férias de verão!!
Episódio não muito inédito, afinal, isso se repete há mais de 10 anos!! Apesar das datas comemorativas em que a famílias costumariam se reunir, a minha não é bem assim. De uns tempos pra cá, todos tomaram rumos um tanto quanto distintos, e acabamos por fazer o nosso próprio "feriado". E esse feriado acontece entre janeiro e fevereiro sempre com a sempre presença desses entes tão queridos.
Fico triste de não estar podendo ter muito contato com pessoas que eu amo tanto. Mas fico feliz também de perceber que minha família cresceu, cresce e ainda tem muito o que crescer.
Pude perceber isso, nessas semanas, em que tiver contato com a minha priminha que é filha dos meus padrinhos. Ela está tão linda, tão grande. E fiquei maravilhada ao ver que ela, mesmo com a grande distância e com o tempo que ficamos sem nos vermos, ficou muito feliz em me ver e ficava extasiada ao querer me mostrar as coisas que ela sabe fazer.
Também pensei muito na minha afilhadinha que foi morar longe, em outra cidade. Nunca pude ter muito contato com ela, mas a amo de um jeito que nao tem explicação. Mesmo não sabendo notícias sobre ela há algum tempo, morro de saudades e me dói o coração que eu não possa estar lá para ajudá-la nem protegê-la. Nunca gostaria de ser uma má dinda. Principalmente porque tenho vários dindos. Já me disseram que não existe a quantidade de dindos que eu tenho. Mas tenho. E adoro o fatos de ter alguns vários. São 9 ao todo. Nem todos são presentes, mas dos que são, não tenho do que reclamar. Me espelho em alguns deles, porque é o que eu quero ser para os meus afilhados.
Só sei que é muito bom ter a família(ou parte dela) unida pelo menos uns dias no ano. Eles são as figuras que eu conheço há mais tempo no mundo. Eu sou parte deles,e espero que os menores sejam parte de mim também. Nenhuma família é perfeita, mas que seja perfeita com suas imperfeições!
Episódio não muito inédito, afinal, isso se repete há mais de 10 anos!! Apesar das datas comemorativas em que a famílias costumariam se reunir, a minha não é bem assim. De uns tempos pra cá, todos tomaram rumos um tanto quanto distintos, e acabamos por fazer o nosso próprio "feriado". E esse feriado acontece entre janeiro e fevereiro sempre com a sempre presença desses entes tão queridos.
Fico triste de não estar podendo ter muito contato com pessoas que eu amo tanto. Mas fico feliz também de perceber que minha família cresceu, cresce e ainda tem muito o que crescer.
Pude perceber isso, nessas semanas, em que tiver contato com a minha priminha que é filha dos meus padrinhos. Ela está tão linda, tão grande. E fiquei maravilhada ao ver que ela, mesmo com a grande distância e com o tempo que ficamos sem nos vermos, ficou muito feliz em me ver e ficava extasiada ao querer me mostrar as coisas que ela sabe fazer.
Também pensei muito na minha afilhadinha que foi morar longe, em outra cidade. Nunca pude ter muito contato com ela, mas a amo de um jeito que nao tem explicação. Mesmo não sabendo notícias sobre ela há algum tempo, morro de saudades e me dói o coração que eu não possa estar lá para ajudá-la nem protegê-la. Nunca gostaria de ser uma má dinda. Principalmente porque tenho vários dindos. Já me disseram que não existe a quantidade de dindos que eu tenho. Mas tenho. E adoro o fatos de ter alguns vários. São 9 ao todo. Nem todos são presentes, mas dos que são, não tenho do que reclamar. Me espelho em alguns deles, porque é o que eu quero ser para os meus afilhados.
Só sei que é muito bom ter a família(ou parte dela) unida pelo menos uns dias no ano. Eles são as figuras que eu conheço há mais tempo no mundo. Eu sou parte deles,e espero que os menores sejam parte de mim também. Nenhuma família é perfeita, mas que seja perfeita com suas imperfeições!
quarta-feira, 20 de fevereiro de 2008
Novos Ares
Inicío agora um exercício que, ao meu ver, é muito saudável. Colocar, além das palavras, os meus sentimentos e pensamentos, é uma maneira de aliviar meu conhecimento.
Começando pela loucura que eu acredito que será o começo das aulas na faculdade.
Depois de muito pensar e pesquisar sobre o curso que eu mais me identificaria, encontrei meu lugar. Do que eu gosto, até poderia não saber, mas do que eu não queria, disso eu tinha completa certeza. A área da saúde nunca me atraiu, era como se ela fosse o pólo negativo e eu o positivo. Falando em positivo e negativo, os números sempre me assustaram: matemática, física e química, definitivamente, não eram minha praia. Então seria por aí que o caminho seria traçado.
Pesquisando sobre um curso, sobre as cadeiras que a mim seriam dadas, encontrei o que eu realmente gostaria de fazer, o que me atraia. Então decidi que eu serei uma publicitária! Para falar a verdade, eu ainda estou meio confusa sobre essa área, todavia, tenho certeza!
Alguém me disse, um dia , pela numerologia do meu nome, juntamente à data do meu nascimento e horário, que eu seria uma advogada de sucesso. Não sei se é possível, mas quem sabe, no futuro, não venha a ser! Tenho muita vida pela frente, e meus caminhos profissionais estão sendo abertos agora.
As aulas começam semana que vem, e estou bastante ansiosa, porém, nervosa. São bastantes cadeiras, e ambiente novo também. A última vez que enfrentei uma nova instituição de ensino, sem saber o que esperar, foi na pré-escola. Bom, sobrevivi bem a esse "único" desafio, afinal, cheguei com vida ao final do Ensino Médio.
Agora é esperar o inesperado, e brindar à nova parte da minha vida. Coisas mudam, mas sempre há o que permanece igual. Sempre serei eu, a Bruna, filha da Neiva e do André, namorada apaixonada pelo Nícolas. Sei que as pessoas a minha volta irão me apoiar se eu cair, e elas sempre saberão do meu jeito de ser. Posso experimentar novos ares, porém sempre com os antigos por perto.
Começando pela loucura que eu acredito que será o começo das aulas na faculdade.
Depois de muito pensar e pesquisar sobre o curso que eu mais me identificaria, encontrei meu lugar. Do que eu gosto, até poderia não saber, mas do que eu não queria, disso eu tinha completa certeza. A área da saúde nunca me atraiu, era como se ela fosse o pólo negativo e eu o positivo. Falando em positivo e negativo, os números sempre me assustaram: matemática, física e química, definitivamente, não eram minha praia. Então seria por aí que o caminho seria traçado.
Pesquisando sobre um curso, sobre as cadeiras que a mim seriam dadas, encontrei o que eu realmente gostaria de fazer, o que me atraia. Então decidi que eu serei uma publicitária! Para falar a verdade, eu ainda estou meio confusa sobre essa área, todavia, tenho certeza!
Alguém me disse, um dia , pela numerologia do meu nome, juntamente à data do meu nascimento e horário, que eu seria uma advogada de sucesso. Não sei se é possível, mas quem sabe, no futuro, não venha a ser! Tenho muita vida pela frente, e meus caminhos profissionais estão sendo abertos agora.
As aulas começam semana que vem, e estou bastante ansiosa, porém, nervosa. São bastantes cadeiras, e ambiente novo também. A última vez que enfrentei uma nova instituição de ensino, sem saber o que esperar, foi na pré-escola. Bom, sobrevivi bem a esse "único" desafio, afinal, cheguei com vida ao final do Ensino Médio.
Agora é esperar o inesperado, e brindar à nova parte da minha vida. Coisas mudam, mas sempre há o que permanece igual. Sempre serei eu, a Bruna, filha da Neiva e do André, namorada apaixonada pelo Nícolas. Sei que as pessoas a minha volta irão me apoiar se eu cair, e elas sempre saberão do meu jeito de ser. Posso experimentar novos ares, porém sempre com os antigos por perto.
Assinar:
Postagens (Atom)